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Movimentos da arte 1/2


Movimentos da arte 1/2 Movimentos da arte 1/2
Movimentos da arte 1/2
Movimentos da arte 1/2 Movimentos da arte 1/2 Movimentos da arte 1/2
 
  Houve, e há, muitas escolas, movimentos, grupos e estilos na arte, para fazer a vasta selecção de obras de arte que temos aqui disponíveis para si. Eis uma muito breve introdução aos mesmos.
 
 
 
 

Expressionismo Abstracto
Este movimento de arte Americano, posterior à 2ª Guerra Mundial foi o primeiro a alcançar influência internacional para New York, e colocou-a no centro do mundo da arte ocidental, ocupando o lugar de Paris.
Avant-garde, rebelde, anárquico e niilista,  Mark Rothko, Franz Kline, Barnett Newman, Willem De Kooning e Jackson Pollock salpicaram tinta livremente, ao mesmo tempo que faziam a arte pular e avançar.

 
 
Academicismo
Um estilo de pintura e escultura sob a influência das academias de arte Europeias, tem a tendência para consolidar a arte para mantê-la segura.
Artistas Académicos, como  Paul Delaroche e Thomas Couture, seguiram os padrões da Academia Francesa de Belas-Artes, e os movimentos do Neoclassicismo e Romantismo, que preferiam preservar a arte existente em oposição a fazê-la avançar rápido demais.

 
 
Art Deco
As nossas impressões do trabalho de Tamara de Lempicka mostram bem o estilo ecléctico, decorativo e ornamental deste estilo artístico e de design que começou em Paris na década de 1920 e floresceu internacionalmente ao longo da década de 1930 até à 2ª Guerra Mundial.
Este estilo influenciou arquitectura, design de interiores, design industrial, moda e joalharia, bem como as artes visuais. Foi enriquecido com elementos retirados do Cubismo, Constructivismo e Futurismo.

 
 
Art Nouveau
Inicialmente nomeado em Paris como Style Mucha após os decorativos e distintos motivos de “chicote” presentes nos posters do artista Checo Alphonse Maria Mucha, veio a tornar-se uma filosofia internacional envolvendo arquitectura, artes aplicadas, e especialmente a arte decorativa, que era muito popular durante 1890-1910.
Henri De Toulouse-Lautrec e Gustav Klimt deixaram marca no estilo de design com as suas curvas características formadas por linhas dinâmicas, ondulantes e fluidas, voando num ritmo sincopado.
 
 
 
Escola Ashcan
Oito artistas e ilustradores de jornal Americanos, incluindo John Sloan e Robert Henri, formaram este movimento artístico realista durante o início do século 20, sendo melhor conhecido por retratar cenas da vida do dia-a-dia nos bairros mais pobres de New York.
Robert Henri “queria a arte semelhante ao jornalismo. Ele queria a pintura tão real como a lama, como os blocos de estrume de cavalo e neve que gelaram na Broadway no Inverno”

 
 
Barroco
Iniciado em 1600 em Roma, o estilo expandiu-se na Europa, apresentando uma exagerada iluminação, emoções intensas e libertação da contenção num período de sensacionalismo artístico.
Parte da Contra-Reforma, o movimento afirmou a profundidade emocional da fé Católica e glorificou o poder e a influência tanto da igreja como da monarquia, em resposta directa  à reacção puritana da Reforma.

 
 
Cubismo
O movimento de arte avant-garde Cubismo, iniciado por Pablo Picasso,  Georges Braque, Fernand Léger e outros, atingiu a Europa com a força de uma revolução no início do século 20.
Os pintores Cubistas subitamente procuraram analisar os seus obectos modelos  de forma diferente, para depois os partirem e voltarem a montar em formas abstractas, não representando objectos sob um ponto de vista, mas sob uma multiplicidade de visões, para dar um contexto diferente ao objecto.
 
 
 
 
Dadaísmo
Artistas avant-garde, também no início do século 20, reagiram violentamente aos horrores da 1ª Guerra Mundial, culpando a razão e a lógica da sociedade capitalista e burguesa pelo derramamento de sangue.
Com início em Zurich, Suiça em 1916 e ramificando-se até Berlim, Dadaístas como Georg Groz e Marcel Duchamp saíram do seu caminho para premiar o non-sense, a irracionalidade, o caos e a intuição como a sua cura para as normas vigentes, que no seu entender se tinham tornando bastante erradas.
 
 
 
Idade de Ouro Holandesa
Mestres pintores  Rembrandt van Rijn e Johannes Vermeer floresceram na sua criatividade na chamada Era Dourada Holandesa, que grosso modo cobriu todo o século 17. Neste período o comércio, ciência, poderio militar e arte Holandeses atingiram aclamação mundial
 
 
 
 
Pintura Flamenga
A carreira do pintor Jan van Eyck nos Países Baixos cobriu o período entre os séculos 15 e 16, conhecido como o período da Pintura Flamenga.
Pintores, como Hans Memling e Rogier van der Weyden, trabalharam especificamente nas prósperas cidades de Bruges e Ghent. O final deste período foi marcado pela morte de Pieter Bruegel o Velho em 1569. 

 
 
 
Renascimento
Os espantosos talentos de  Masaccio, Fra Angelico, Paolo Uccello, Piero della Francesca e Verrocchio agraciaram este período da Renascença Italiana entre o início do século 15 até ao final do século 16, centrado na famosa e cultural cidade de Florença.

 
 
Experimental
Experimentação em arte – existe praticamente sempre e quando arte é feita.
Um artista consistentemente experimental e surrealista foi Joan Miró, o pintor, escultor e ceramista Espanhol Catalão, nascido em Barcelona, que viveu entre 1893 e 1983.
Miró sempre expressou desprezo pela pintura convencional, vista por ele como um suporte da sociedade burguesa. Numa declaração famosa, afirmou que o seu trabalho era um “assassinato da pintura”

 
 
Expressionismo
Originado no início do século XX, na Alemanha, este movimento de arte avant-garde com pintores como  Ernst Ludwig Kirchner e Franz Marc, apresentou o mundo apenas num modo subjectivo, distorcendo-o à sua vontade para obter efeito emocional e para evocar estados de espírito ou ideias, muitas das quais continham angústia e ansiedade emocional.

 
 
Fauvismo
Chamado les Fauves (Francês para “as feras”) no início do século 20, pela sua preferência pelo selvagem e uso livre de cores forte em detrimento de valores representativos, um grupo de artistas liderado por Henri Matisse e André Derain, deu nas vistas de formas ousadas e belas em somente três exibições em Paris, entre 1904-1908.

 
 
Arte Folclórica
Arte Folclórica, tal como as pinturas de Anna Robertson Moses em Inglaterra, é arte feita pelas massas: nativos indígenas, camponeses e outros artesãos. É na sua maioria utilitário e decorativo, frequentemente num estilo ingénuo, naïve, em vez de procurar ser puramente estético, como a bela arte.
 
 

 
Romantismo Alemão
Um movimento dominante nos finais do século 18 e inícios do século 19 em todos os aspectos da cultura Alemã, os românticos Alemães tentaram forjar uma nova síntese de filosofia, ciência e arte, olhando para trás para a Idade Média como um tempo mais simples e de maior união. A intemporalidade da natureza também obteve largo destaque nas pinturas de Caspar David Friedrich, por exemplo. 

 
Gótico
Este estilo de arte Medieval desenvolveu-se em França a partir da arte Românica em meados do século 12 e acompanhou o advento da arquitectura Gótica.
Em frescos e pinturas de Giotto,  Duccio di Buoninsegna e Gentile da Fabriano, as figuras religiosas tornaram-se mais pequenas em relação à paisagem de fundo e tornaram-se mais expressivas.

 
 
 
Alto Renascimento
O espectacular desabrochar da criatividade na Renascença Italiana alcançou o seu pico nos cerca 30 anos entre 1490 e a década de 1520, quando Leonardo da Vinci, Michelangelo e Raphael (é necessário dizer mais?) pintavam em Roma, sob o patronato do Papa Júlio II.
 
 
 
Escola de Hudson River
Um grupo de pintores de paisagens Americanos e românticos de meados do século 19, liderados pelo fundador Thomas Cole, pintou visões românticas do Vale do Rio Hudson e áreas circundantes, incluindo Catskill, Adirondack e as White Mountains.

 
 
Impressionismo
O agora bem-amado trabalho deste movimento de arte baseado em artistas de Paris durante as décadas de 1870 e 1880, começou por encontrar uma dura oposição da comunidade de arte convencional em França.
Impossíveis de dissuadir, Claude Monet, Pierre-Auguste Renoir, Eduard Manet e outros, pintaram sujeitos comuns dando importância às suas telas, frequentemente ao ar livre com pequenas pinceladas de modo a capturar de forma belíssima as mutáveis qualidade da luz.


  

 
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